Start a Fire

flyerpaula - Start a Fire © Henrique Placido

Arte para flyer de festa de aniversário de amiga indie, cujo título era “start a fire”. A imagem representa uma menina com trajes alternativos ocultando um isqueiro, como se prestes a iniciar um incêndio. Já houve, no enatnto, quem dissesse que o desenho evoca uma cena específica de Débi & Lóide… Quem viu sabe do que estou falando.

1 comentário 10 Agosto 2009 às 20:54 Henrique

Sítio do Picapau Amarelo, versão adulta

emilia adulta - © Henrique Placido

Depois do lançamento de Turma da Mônica Jovem e Luluzinha Teen, resolvi seguir a moda e fazer uma sugestão: as aventuras universitárias do Sítio do Picapau Amarelo. Essa é a boneca Emília em sua versão adulta, inflável e pronta para a vida loca das chopadas e festas de repúblicas.

21 comentários 06 Agosto 2009 às 04:48 Henrique

Aproveitando o ensejo…

Allstar © Henrique Placido

Ainda no embalo do último post sobre os pisantes azuis de Elvis, resgatei este outro desenho com tema parecido. A arte é do tempo do guaraná de rolha: foi criada em 2006 para um workshop de finalização em nanquim com o Meton Joffily na Semana de Quadrinhos da UFRJ.

Este traço de linhas grossas e limpas, empregado acima e nos blue suede shoes, é o que eu poderia chamar de “meu estilo secundário” e vem emergindo há alguns anos. Ainda sai um pouco rígido, mas proporciona resultados interessantes (como este Morrissey). Costumo empregá-lo quando finalizo o desenho com pincel.

O estilo preferido, claro, é o sujo hachurado já visto em tantos posts neste blog. Por ser criado com ferramentas mais simples e “velozes” como caneta e lápis, que libertam mais a mão e exigem menos técnica, este tipo de traço tende a originar obras mais livres, espontâneas. Abaixo, para comparação, um rabisco nessa linha, que já apareceu em outro post.

coroa2 placido - coroa2 placido

2 comentários 04 Agosto 2009 às 19:51 Henrique

Elvis has left the building

Blue Suede Shoes - Lay off of my shoes @ Henrique Placido

Well it’s one for the money, two for the show
three to get ready, now go, cat, go,
but dont you step on my blue suede shoes.
You can do anything but lay off of my blue suede shoes.

Trabalho acadêmico: ilustrar uma matéria sobre o aniversário da morte de Elvis Presley. A idéia foi fazer um trocadilho visual entre a expressão “pendurar as chuteiras” e os famosos blue suede shoes.

Arte criada em 2008 para a disciplina de ilustração do André Beltrão no curso de Design da UniverCidade. Traço a caneta descartável de nanquim; cor e efeitos no Photoshop.

Bônus 1: Curiosidade sobre a frase do título.

Bônus 2: Elvis Aaron Presley, o rei do rock, canta Blue Suede Shoes.

1 comentário 30 Julho 2009 às 03:23 Henrique

La Trahison des images

porta hplacido09 - Ceci n\'est pas une porte © Henrique Placido

Ceci n’est pas une porte

Brincadeira com hachuras. Canetas BIC vermelha e preta em papel reciclado.

A frase em francês é a manjada citação ao quadro do cachimbo de Magritte. Aqui num sentido mais literal, já que não fiquei lá muito satisfeito com o desenho. Como o máximo que eu consigo dizer em francês é “Je ne parle pas français”, “vous le vous couché avec moi” e “croissant”, tive que mover uma palha pra adaptar a sentença: apelei para a Wikipedia para descobrir a palavra e o artigo correto. Obrigado, internet.

Adicionar comentário 24 Julho 2009 às 13:37 Henrique

Caetano Veloso e a cagada matinal

cagada matinal - A idiossincrasia de Joaldo © Henrique Placido

Tira resgatada diretamente de meus arquivos da época do guaraná de rolha: final de 2003. Na época, eu não agüentava mais ouvir aquela maldita música do Caetano Veloso que foi tema do filme Lisbela e o Prisioneiro: Você não me Ensinou a te Esquecer. A canção, que é muito chata, já tinha virado uma praga de níveis epidêmicos, a ponto de me fazer considerar um pedido de asilo estético em algum outro país.

Uma das coisas de que mais gosto nessa tira é o texto do primeiro recordatório: “Joaldo tem uma idiossincrasia”. Não me pergunte porque, mas acho hilário.

Feita a caneta em dezembro de 2003 e colorida esta semana no Photoshop.

Adicionar comentário 17 Julho 2009 às 18:33 Henrique

Perturbações no éter

dupla freak - Perturbações no Éter © Henrique Placido

Outro sketch rabiscado entre tarefas em um papelzinho de rascunho.

Esferográficas preta e vermelha sobre papel Chamex Eco™ 75g.

1 comentário 07 Julho 2009 às 15:55 Henrique

Los Gringos

gringos hplacido - Los Gringos ©Henrique Placido

Ilustração para o time amador de “soçaite” de que meu irmão participava… Los Gringos! Um escudo de futebol com um mascote remetendo ao nome da patota.

Lápis e Photoshop.

1 comentário 26 Junho 2009 às 18:10 Henrique

A primeira Outra piada de Michael Jackson no céu

mjackson hplacido2 1 - Chegando no céu © Henrique Placido

Minha singela homenagem ao já saudoso Rei do Pop.

(update: corrigi o título. Nem lembrava da tal piada de Michael Jackson perguntando pelo Menino Jesus)

Aproveitando o ensejo, vejam este vídeo de um cover de Thriller, em que o cara imitou todos os instrumentos e sons com a própria voz e depois mixou em 64 canais:

18 comentários 25 Junho 2009 às 21:26 Henrique

Cartaz: comunicação corporativa na parede

doe sangue celso lisboa

Pôster para a campanha de doação de sangue do Centro Universitário Celso Lisboa (2008).


O cartaz é uma das mídias mais interessantes e difíceis para se trabalhar. A peça precisa ser concisa, já que o formato e o tipo de utilização não favorecem texto. Como não dispõe da mamata de, por exemplo, um anúncio em revista — estar no colo do espectador e, ao virar de uma página, aparecer de repente no centro de seu foco visual — tem também que pegar o sujeito de passagem, disputando atenção com o ambiente em volta e com os “concorrentes” colados na mesma parede. Portanto, é importante que tenha muito impacto visual.

Tudo isso faz com que o pôster seja um meio eminente gráfico e dado a maiores “viagens” visuais.

Trabalho como designer no setor de Marketing do Centro Universitário Celso Lisboa, onde os cartazes, muito utilizados no interior do campus, proporcionam algumas das poucas oportunidades para desbundes gráficos. No entanto, a série de restrições envolvidas na comunicação empresarial de uma faculdade podem tornar bastante desafiadora a lida em nossa agência in-house:

  • as regras de identidade visual reduzem o número de fontes, cores e elementos disponíveis.
  • o prazo curtíssimo e a equipe reduzida exigem layouts simples. Fujo desse rococó contemporâneo (”neo-firulativismo”, como brilhantemente definiu o Renato Alarcão), cheio de volutas, colagens e texturas, como o diabo da cruz.
  • Por último, uma vez que não vale a pena alocar verbas para certas peças com foco estreito, a utilização de imagens é bastante limitada.

A solução que costumo usar para contornar estas dificuldades é investir em ilustrações simples de produção própria e no all-type. Alguns ficariam surpresos com a sofisticação que pode ser obtida de elementos simples.

campanhas - campanhas

Cartazes de campanhas sociais da Celso Lisboa. Prazo e verba curtos estimulam a simplicidade e o uso de ilustrações de produção própria.


O impacto visual, no entanto, pode não ser suficiente. Em locais como a Celso, onde administração, coordenações de cursos, parceiros conveniados e “terceiros” autorizados emitem dezenas de mensagens por semana, disputando no mesmo espaço a atenção de milhares de alunos em recortes variados, a comunicação interna exige um esforço prévio de planejamento e integração: se tentar impactar o espectador indiscriminadamente a cada nova arte, corro o risco de transformar o campus em uma zona, onde, por tudo procurar chamar a atenção, nada chama a atenção.

A vantagem é que, pelo menos nas próprias paredes, temos ferramentas além do impacto para minimizar o ruído. O segredo é racionalizar a distribuição da informação:

  • Organização. Dentro dos murais temáticos, vale a pena separar as mensagens por assunto (questões acadêmicas, comunicados, mensagens de terceiros, etc) ou data, por exemplo. E nunca esquecer de retirar as mensagens com data expirada ou danificadas.
  • Priorização. Divulgando cada pequena mensagem em uma peça própria, só conseguimos escondê-las em uma sopa de papel indistinta na qual não se encontra nada. Melhor unificar mensagens relacionadas e eliminar o que funciona em outras mídias.
  • Consistência. É interessante criar identidades visuais e templates para as peças de saída regular. Além de agilizar o trabalho, estes templates ajudam o leitor a reconhecer a mensagem com mais prontidão. O que não significa engessar o layout: com um bom projeto, pode-se uniformizar as artes sem torná-las maçantes.

eventos ucl - Cartazes de alguns dos eventos da Celso Lisboa

Alguns cartazes do setor de Eventos da Celso Lisboa, com identidade visual ainda em consolidação. Mesmo com o layout unificado, a variação no grafismo permite que cada peça tenha uma “cara” própria.



O pôster é um meio visual de fruição rápida. Muito poucas pessoas sairão de seu caminho para ler uma bíblia na parede, a não ser que o assunto seja extremamente relevante. O cartaz ideal atrai e incentiva o espectador a se informar; quanto mais focado e conciso, mais eficiente, ainda mais se estiver exposto na rua ou em espaços muito carregados com outras peças.

A máxima “menos é mais” deve, portanto, tornar-se um dogma. Se é preciso transmitir uma grande quantidade de dados, melhor apresentar uma versão resumida e informar ao leitor onde pode obter a informação na íntegra, em uma mídia que possa ser lida com mais conforto.

No mais, resta lembrar do óbvio: independente da vontade do designer de inovar e criar cartazes épicos, somos comunicadores. A função primordial de qualquer anúncio é informar, e tudo que dificulte a plena apreensão da mensagem é ruído e perfumaria.

simples - simples

“Menos é mais”: na maioria das vezes, simples é o bastante.


Adicionar comentário 24 Junho 2009 às 19:13 Henrique

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