Publicações arquivadas sob Sem Categoria
Ficou a cara do John Wayne! Lapizão e Photoshop.
Pretendo fazer uma série seguindo essa linha. Clint Eastwood, Charles Bronson, John Wayne, Tex Willer, Kit Carson… Gente e personagens ligados ao western em várias áreas da cultura, filmes, fumetti, etc, numa espécie de autodesafio pra ver a quantas anda minha habilidade caricatureira. A ver.
12 Janeiro 2010 às 20:29
Henrique
…não no traço, mas na abordagem. O cara deve ter uns 80 anos! Inclusive esteve na Segunda Guerra Mundial.
Não entendo como o Jim Lee conseguia, de cara limpa, desenhá-lo fortão e de peito estufado daquele jeito. Por acaso ele tem algum poder de rejuvenescimento como o do Wolverine? Quem sabe ele apenas apele para bomba, botox e Ivo Pitanguy. Aliás, se ele toma anabolizantes, provavelmente é brocha, o que talvez justifique toda a raiva direcionada aos humanos.
Mesmo no filme achei forçado. O Ian McKellen é conservadão demais pra um veterano da 2ª Guerra. O papel devia ser de alguém mais caquético, do naipe do Peter O’Toole ou Martin Landau. O personagem ficaria, inclusive, mais interessante: de marombeiros com dentes cerrados os gibis estão cheios. Muito mais rico seria o contraste entre um poder gigantesco e a fragilidade corporal de um velhinho comum.
19 Novembro 2009 às 18:01
Henrique
Um terço astronauta, um terço ciborgue, um terço periguete. O que mais gosto nesse sketch é o contraste entre o corpo de popozuda e a tosquice da veste robótica, parecendo uma fantasia de papelão feita por uma criança.
17 Novembro 2009 às 21:01
Henrique

Sketch antigo “remasterizado” no Photoshop. O original tem uns 4 cm de altura…
12 Novembro 2009 às 21:09
Henrique
Sketch turbinado no PS… Um sujeito no estilo mosqueteiro.
30 Outubro 2009 às 17:03
Henrique
Pesquisando um endereço no Google Maps, em pleno Del Castilho me deparei com esta pérola. Entre nomes de políticos, padres, santos, lugares e até mesmo uma enigmática “Praça Três”, alguns legisladores deram um jeito de atribuir nomes de pintores a algumas ruas cariocas. Dezesseis delas, pra ser mais exato.
Lá estão Braque, Cezanne, Corot, Courbet, Degas, Gauguin, Léger, Manet, Modigliani, Renoir, Rouault, Segal (imagino que seja o Lasar Segall), Sisley, Utrillo, Van Gogh, e Vlaminck. Um verdadeiro bololô de representantes da Arte com A maiúsculo, que era fácil de apontar antes que Duchamp embolasse tudo.
Aparentemente tentaram dar uma pincelada de beleza (com trocadilho e tudo!) em uma região, no geral, muito feia. Notando, no entanto, a falta de alguns dos luminares mais manjados da história da arte, eu estava prestes a questionar a lisura meritocrática do processo de escolha dos agraciados pelos políticos. Mas aí encontrei também os exemplos abaixo, mostrando que a prática já virou carne-de-vaca:
- Ruas Vicente Van Gogh, Michelangelo, Leonardo Da Vinci, Pablo Picasso, Henri Matisse, Cândido Portinari, Diego Rivera, Paul Gauguin, Toulouse-Lautrec e Debret, em Vila Progresso, Niterói — um honroso segundo lugar, com dez ruas com nomes de pintor;
- Rua Picasso e Rua Leonardo Da Vinci, em Senador Camará;
- Rua Claude Monet, no Recreio dos Bandeirantes.
Vista da Rua Claude Monet, no Recreio
Eu fico cansado só de tentar imaginar a porção da cidade que homenageia os músicos…
11 Maio 2009 às 22:10
Henrique
Está aberta à colaboração no Wikispaces o protótipo da Ilustropédia, mais uma iniciativa voltada à informação da classe ilustradora nacional. Por enquanto, composta só pela home e uma lista de tarefas pendentes. Falta agora que os ilustradores se envolvam e ajudem a construir os verbetes.
O foco inicial é a orientação profissional, abordando aspectos jurídicos, contábeis e éticos, dicas de produtividade e negociação, tabelas de preço, entre outros temas importantes sobre os quais ainda é difícil encontrar material, mesmo na internet.
Os maiores problemas da profissão de ilustrador no Brasil são a falta de informação e a desunião. Uma ligada à outra. Há poucas escolas especializadas, e as que existem dedicam pouca ou nenhuma carga horária ao gerenciamento da carreira. O foco é em formar virtuoses técnicos, e esquece-se que útil mesmo é que os alunos sejam bem-sucedidos. Além disso, a profissão nem mesmo é reconhecida pelo governo, ou seja, nada de sindicatos ou regulamentação. Reinvindicações coletivas limitam-se ao círculo das associações de classe como
SIB,
Abipro e
ACB. Ou ao alcance da internet que, apesar de ampla, só consegue tirar uns poucos gatos-pingados da inércia.
O resultado? Bateção de cabeças. Pessoas achando que seu trabalho é brincadeira, sem noção alguma de seu papel na cadeia de valor do negócio. Iniciantes aceitando preços irrisórios, trabalhando de graça em troca de “exposição” ou participando de concursos que só falta levarem a carteira do cidadão — seja por vaidade, por querer entrar logo no mercado ou para ostentar mais do que apenas “fantasmas” no portfolio. Reuniões com representantes do governo nas quais comparecem apenas meia dúzia de pessoas. E por aí vai.
A solução? Criar cada vez mais oportunidades que permitam aos ilustradores acesso fácil à informação de que necessitam. Oferecer pontos de contato para que possam encontrar-se e afinar seus pontos de vista e perceber que só juntos podem chegar a algum lugar. E martelar isto o tempo todo, com uma abrangência cada vez maior. A
Ilustropédia busca ser mais uma entre as marteladas virtuais, que felizmente vêm se multiplicando nos últimos tempos — vide o grupo de discussão
Ilustragrupo, o
Guia do Ilustrador, a revista online
Ilustrar, o
Portal Tupixel, etc.
Para o sucesso deste projeto, no entanto, a colaboração é fundamental. Se você é ilustrador profissional ou aspirante, registre-se (opção “join this space”) e ajude a Ilustropedia a “bombar”. Mesmo quem não quiser escrever pode ajudar, há muitas
tarefas ainda disponíveis.
12 Setembro 2008 às 11:36
Henrique
Lápis, canetas descartáveis e um photoshop rápido para tirar a sujeira.
11 Setembro 2008 às 12:46
Henrique
Desenho despretensioso que recebeu um upgrade. Traço a lápis (nitidez aumentada no PS), tratamento e cor digitais. Feito para o portfólio.
***
Dois posts e duas ilustrações. Conforme o blog for engrenando, vou começar a postar também alguns designs e textos. Há muito tempo atrás eu fui um blogueiro bastante prolífico, mas, depois de uns dois anos parado, natural que eu precise dar uma aquecida antes de voltar a entrar em campo.
07 Setembro 2008 às 21:55
Henrique