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Última composição para o concurso “A cara do Mandrake”. Desta vez, para variar, preferi desenhar Camilo Fuentes — o matador boliviano que é um dos personagens mais interessantes de A Grande Arte.
05 Fevereiro 2010 às 17:49
Henrique

Uma segunda composição, desta vez uma pin-up do Mandrake, de Rubem Fonseca, para o concurso da Agir Editora.
às 17:43
Henrique

Minha participação no concurso A cara do Mandrake, da editora Agir. O vencedor fará a arte de uma HQ roteirizada pelo próprio Rubem Fonseca. A cena no requadro é inspirada no trecho de A Grande Arte em que Bebel, a patricinha de pernas grossas e rosto de bebê, aparece pela primeira vez no escritório de Mandrake e Wexler.
Mantive o estilo “sujo” hachuradão, mas buscando um traço mais realista do que de hábito — o que me parece mais adequado a uma trama de contornos noir, naturalistas. Essa estética cai bem com o submundo carioca retratado nas histórias que envolvem o Mandrake*.
Para a “cara”, pensei em um amálgama de Marcos Palmeira, Vince Vaughn, Gonzalo Fierro e Paulo Zulu. Nem Mary Shelley iria tão longe.
*Um exemplo perfeito de traço sujo e temática mundo-cão que me vem à cabeça são os trabalhos fantásticos do Kitagawa. Fica a dica.
03 Fevereiro 2010 às 15:56
Henrique
Ficou a cara do John Wayne! Lapizão e Photoshop.
Pretendo fazer uma série seguindo essa linha. Clint Eastwood, Charles Bronson, John Wayne, Tex Willer, Kit Carson… Gente e personagens ligados ao western em várias áreas da cultura, filmes, fumetti, etc, numa espécie de autodesafio pra ver a quantas anda minha habilidade caricatureira. A ver.
12 Janeiro 2010 às 20:29
Henrique
Desenho do “sketchbook B”. Lápis finalizado no Photoshop. Achei melhor dar uma moralizada no desenho, já que, à primeira vista, este é um blog para todas as idades.
Em todo caso, segue a gostosona original desnuda, pelada, sem roupa nenhuma e obviamente #NSFW. Abra se não estiver no trabalho e for maior de 18 anos:
01 Dezembro 2009 às 21:07
Henrique
…não no traço, mas na abordagem. O cara deve ter uns 80 anos! Inclusive esteve na Segunda Guerra Mundial.
Não entendo como o Jim Lee conseguia, de cara limpa, desenhá-lo fortão e de peito estufado daquele jeito. Por acaso ele tem algum poder de rejuvenescimento como o do Wolverine? Quem sabe ele apenas apele para bomba, botox e Ivo Pitanguy. Aliás, se ele toma anabolizantes, provavelmente é brocha, o que talvez justifique toda a raiva direcionada aos humanos.
Mesmo no filme achei forçado. O Ian McKellen é conservadão demais pra um veterano da 2ª Guerra. O papel devia ser de alguém mais caquético, do naipe do Peter O’Toole ou Martin Landau. O personagem ficaria, inclusive, mais interessante: de marombeiros com dentes cerrados os gibis estão cheios. Muito mais rico seria o contraste entre um poder gigantesco e a fragilidade corporal de um velhinho comum.
19 Novembro 2009 às 18:01
Henrique
Um terço astronauta, um terço ciborgue, um terço periguete. O que mais gosto nesse sketch é o contraste entre o corpo de popozuda e a tosquice da veste robótica, parecendo uma fantasia de papelão feita por uma criança.
17 Novembro 2009 às 21:01
Henrique
Sketch turbinado no PS… Um sujeito no estilo mosqueteiro.
30 Outubro 2009 às 17:03
Henrique
Mal-encarado feito a partir de um esboço em bloquinho de notas. Caneta esferográfica e Photoshop.
27 Outubro 2009 às 20:28
Henrique
Acho esse desenho aterrorizante. Provavelmente devido à combinação do design bizarro da criatura com essa atitude “Whassup?”, sondando o espectador, com toda pinta de quem chegou de surpresa na cena.
Olhando esse sketch, consigo facilmente me imaginar sentado no interior de uma caverna, esperando a chuva passar para voltar à trilha na mata em que caminhava. De repente, escuto passos lentos e grunhidos do lado de fora, e imagino que seja outro montanhista procurando abrigo. No entanto, é um ser estranho que entra na gruta, fungando o ar ao redor. Meio cobra, meio urso, com um bizarro rosto humano, sem quadris ou pés visíveis e flutuando como o ET de Segredo do Abismo.
“Mas que m… é essa???!!”, penso, com os cabelos da nuca arrepiados e torcendo pra que não me veja. Fungando o ar ao redor, a criatura toma consciência de minha presença e vira em minha direção, com um rosto inquisitivo. Ele estaca. Eu gelo. E agora??
Sobe a legenda: “To be continued”. Corta para os créditos.
09 Outubro 2009 às 18:58
Henrique
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