Tartaruga a quatro mãos
Sessão de desenho com Miguel, meu filho de dois anos. Os rabiscos são intervenção dele.
Lápis de cor + Photoshop.
Adicionar comentário 14 Março 2010 às 17:59 Henrique
Sessão de desenho com Miguel, meu filho de dois anos. Os rabiscos são intervenção dele.
Lápis de cor + Photoshop.
Adicionar comentário 14 Março 2010 às 17:59 Henrique
Antes de perder a cola, o olho acima, feito em um singelo post-it, ficava colado no alto do meu monitor do escritório. O periférico ficava parecido com um Beholder, se me permitem a recaída de nerdice RPGística.
Eu dizia ao colegas que o havia posto ali pra vigiar o que acontecia pelas minhas costas, mas na verdade eu só desenhei, achei legal e colei. Vai entender.
Agora, aqui jaz.
Desenhado com lápis nº 2, lápis Dürer branco da Faber Castell e canetas esferográfica preta e vermelha em um post-it comum. Trucagem (sombra, texto, fundo e ajuste de cor) no Photoshop.
Adicionar comentário 23 Setembro 2009 às 18:33 Henrique
Mais um desenho das antigas (meados de 2005). Começou como um desenho de observação da minha prancheta, que na época estava desencapada e uma verdadeira zona: disquete, lâmpada de luminária, luminária quebrada, bloquinho de curso de computador, elástico, carregador de celular, moedas, isqueiro, maço de cigarro, capinha de CD, livro, folder… Ah, e um ou outro sketch.
Depois digitalizei e testei uma colorização meio tosca, baseada em formas simplificadas (inspirado por alguns trabalhos do Moon e Bá e do Weberson Santiago). Interessante a dinâmica desse estilo de cor com o traço hachurado.
Desenho de observação é hipnotizante, quase uma meditação. Durante alguns minutos você se concentra apenas em traduzir o objeto para o papel, limpando a mente das encucações cotidianas…
3 comentários 10 Setembro 2009 às 11:41 Henrique
Pesquisando um endereço no Google Maps, em pleno Del Castilho me deparei com esta pérola. Entre nomes de políticos, padres, santos, lugares e até mesmo uma enigmática “Praça Três”, alguns legisladores deram um jeito de atribuir nomes de pintores a algumas ruas cariocas. Dezesseis delas, pra ser mais exato.
Lá estão Braque, Cezanne, Corot, Courbet, Degas, Gauguin, Léger, Manet, Modigliani, Renoir, Rouault, Segal (imagino que seja o Lasar Segall), Sisley, Utrillo, Van Gogh, e Vlaminck. Um verdadeiro bololô de representantes da Arte com A maiúsculo, que era fácil de apontar antes que Duchamp embolasse tudo.
Aparentemente tentaram dar uma pincelada de beleza (com trocadilho e tudo!) em uma região, no geral, muito feia. Notando, no entanto, a falta de alguns dos luminares mais manjados da história da arte, eu estava prestes a questionar a lisura meritocrática do processo de escolha dos agraciados pelos políticos. Mas aí encontrei também os exemplos abaixo, mostrando que a prática já virou carne-de-vaca:

Eu fico cansado só de tentar imaginar a porção da cidade que homenageia os músicos…
1 comentário 11 Maio 2009 às 22:10 Henrique