Heróis do Traço I - John Findley
05 Maio 2009 às 03:49 Henrique | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 467
Esse cara foi um achado. Descobri via um post longínquo do Drawn, no qual ele está representado por uma enganosa capa “realista” de Tex Arcana. Mal sabia que estava prestes a me deparar com uma arte humilhante de tão perfeita, detalhista e precisa ao extremo — uma verdadeira obra-prima do traço, de um Doré ou Dürer dos quadrinhos.
Findley faz miséria neste trabalho, série de fantasia/ western/ horror/ erótica publicada na Heavy Metal entre 1981 e 1987. O site linkado disponibiliza quatro livros (o último, incompleto) que compõem uma série instigante e inspiradora.
John Findley tem também um site pessoal onde publica artes em um escopo mais amplo, com técnicas como 3D, montagens fotográficas e outros estilos de finalização além da hachura. Eu, obviamente, prefiro o estilo mostrado neste artigo.

Não perca tempo: amarre o babador ao pescoço e vá dar uma olhada.
Links:
www.texarcana.com
www.sweaz.com/index.html
Imagens:
© John Findley, www.texarcana.com
Este post é o esboço de uma série, onde pretendo falar brevemente de alguns artistas que admiro - seja por terem influenciado meu traço, minha “visão artística” ou minha vida, ou simplesmente por gostar de sua arte. Não planejei nenhum critério de postagem e comecei pelo Findley simplesmente porque “deu na telha”.
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1 Comentário Faça seu próprio
1. Um Blog Plácido » &hellip | 16 de Junho de 2009 às 04:24
[…] Nicholson comparece com ótimos desenhos a traço de página inteira, legendados com citações do trecho a que dizem respeito. Utiliza um hachuramento espontâneo que difere, por exemplo, da arte do John Findley (abordado no primeiro post desta série) com seus “movimentos friamente calculados”. O resultado são ilustrações impactantes, que trasmitem muito bem o tom caótico e sujo que se poderia esperar de um lugar como a cidadela do título. Em meados da década de 90, o jovem Henrique, pré-adolescente, nerd e muito interessado no tema da “fantasia medieval”, nunca vira nada igual e passava horas admirando aquelas obras. […]
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