Vaca “brifada” por um amigo (se ele permitir, depois o linko aqui), para um job que acabou não rolando.
Teorizando essa imagem depois de pronta, achei engraçado reparar que ela parece aludir (de maneira bastante literal) àquela interpretação feminista/ moralista de que a pornografia trata mulheres como “pedaços de carne”. Não era, nem de longe, nossa intenção ao bolar o desenho, mas fica aí o insight pra posteridade.
Em português parece letra de axé, mas é da música This Fire, da banda escocesa Franz Ferdinand. Fiz direto no Photoshop, depois de uma penca de rabiscos no sketchbook.
Quem não conhece a música pode dar uma olhada nesse vídeo:
…um alienígena ciborgue com senso de moda oitentista e um brucutu com um jetpack tunado lutam boxe à sombra das torres em meio à desolação pós-nuclear.
Faleceu no domingo (26/09) o grande Sergio Bonelli, da Bonelli Editore, criador de Zagor e Mister No.
Sergio era filho de Gianluigi Bonelli, criador de Tex. Como roteirista, atuava sob o pseudônimo de Guido Nolitta e foi responsável por histórias fantásticas como “El Muerto”, “Retorno a Pilares” e “Os Rebeldes de Cuba”.
Cavalona do sketchbook. O traje é inspirado numa escultura de Demetre Chiparus, vista na capa de uma Casa Cláudia Luxo (edição ago–set 2011):
A partir dessa escultura, fiz o sketch abaixo, à direita, que por sua vez inspirou o outro à esquerda. A única alteração no traje foi a transformação do top em cupless (sem bojo).
Jack Tigre, guerreiro e tracker navajo. Parceiro índio e irmão de sangue de Tex Willer nos gibis da Bonelli. No filme Tex e o Senhor do Abismo, foi vivido por Carlo Mucari:
Desenho feito num sketchbook Cícero sem pauta, pra testar a resistência das folhas a algumas canetas que eu havia comprado. O papel 90g até suportou bem as Stabilos (Pen 68 e Point 88), mas não aguentou o tranco da Identi Pen, que atravessou a folha como se fosse jornal…
Ainda não vi o filme, mas pelas fotos já dá pra dizer que a caracterização do Danny Trejo está espetacular. Minha referência para esse desenho foi uma foto de divulgação publicada em uma matéria na terceira capa de “Tex Almanaque” #41.
Feita com a nova e espetacular brush pen Kuretake #40. Agradeço ao Leo Gibran, que resenhou a caneta em seu blog: a Kuretake é mesmo tudo aquilo que ele falou.
Estou mudando a plataforma deste blog aos poucos. Já detectei um pouco de instabilidade no serviço, principalmente nas imagens de posts antigos e as URLs dos arquivos.
Espero terminar a migração em alguns dias, nem que precise consertar as imagens “no braço”. Enquanto isso, agradeço a compreensão!
Desenhei esse inspirado no Keith Richards, mas sem me basear em referências. O resultado ficou uma mistura do Richards com o Tom Berenger ou o Willem Dafoe em Platoon.